03 October 2008

O queque aprendeste ultimamente?

Há tempos vi um filme que adorei. Algures no meio da Acção, enquanto bebia um copo com a sua Assistente Pessoal (um dia também terei a minha :) ), a Protagonista disse, referindo-se às Mulheres: "Aos 20 gozamos. Aos 30 aprendemos as lições. Aos 40 pagamos as contas". Registei.
Ultimamente tenho-me cruzado com muita gente, ouvido muitas histórias, analisado muitas coisas. E, não sei se é dos 30, mas começo a tirar algumas conclusões, de uma forma verdadeiramente convicta e sentida (na verdade não aprendi nada de novo, mas hoje sinto-as de uma forma mais segura). Uma das mais recentes é que, efectivamente, não podemos escolher de quem gostamos. Não podemos escolher a beleza, o feitio (bom ou mau), a seriedade,a inteligência, a confiança, a profissão... (e às vezes nem o sexo) daqueles por quem nos apaixonamos. Todos temos um ideal (real ou não, não interessa). Mas a verdade é que, muitas vezes, acabamos por nos ligar aqueles que fogem em larga escala à imagem que traçámos.
Provavelmente, todas queríamos apaixonar-nos apenas pelos Princípes... mas até as Princesas, às vezes, são "apanhadas" pelos maus da fita. E será que vale a pena lutar contra isso? (a pergunta era rectórica)

5 comments:

walla said...

Por mais rectórica que seja a pergunta, não consigo segurar uma resposta.

Quando se ama, vale sempre a pena. Se não amarmos então estamos cá para quê?

ines said...

podemos sempre lutar para que essa pessoa, q foge àquilo que tínhamos imaginado, se torne o Príncipe...

ines said...

(adenda ao meu comentário anterior) não é que a pessoa se torne o Príncipe mas sim que os nossos ideais possam mudar um pouco e encaixar-se no tal Príncipe =P

Susana said...

Na realidade o que ela disse foi "At forty we pay for the drinks" ;)))
mas é uma frase a reter!
bjs

Joana said...

Walla,
Estamos cá para amar... mas também para ser amados. E, dizem por aí, só assim faz sentido. ;)

Inês,
Ainda bem que "adendaste" porque ia já dizer que, por mais que queiramos acreditar no contrário, as pessoas não mudam. Um sapo será sempre um sapo :) Outra alternativa, é sempre desistirmos do Príncipe e, CONSCIENTEMENTE, escolhermos o verdinho :)

Susi,
Verdade, foi o que ela disse... Mas sabes bem que eu não bebo ;) (e julgo que a ideia a reter era mesmo o pagamento das contas, independentemente do que elas contabilizarem :) Tanto que, os senhores que traduziram, explicaram logo aos Tugas, e nem falaram nas bebidas).

Beijinhos para as 3, e obrigada pela visita e participação!